30 de set de 2010

Liberdade, liberdade...


Ando pensando no que vem a ser liberdade.
Usei por muitas vezes essa palavras, fiz uso dela muitas vezes, mas o que realmente é liberdade.
Sempre ouvi dizer que a minha liberdade acaba quando começa a do outro, Mas como medir????? Quem irá medir?
Isso tem me consumido.
Vou fazer isso porque minha liberdade me permite.
Não quero aquilo pois estou no direito de minha liberdade de querer ou não.
Quando faço escolhas, faço-os com minha liberdade. OTEMO.
O tempo passa e eu faço outras escolhas ignorando às que tinha feito antes e como num passe de mágica não me importo mais com as consequências das escolhas anteriores e só me preocupo com as do momento e daqui a algum tempo, quando eu me encher das consequências dessa nova escolha farei outras e outras sempre ignorando as antigas e me esquivando das responsabilidades.
Por vezes sinto-me antiguissima, por outras quadrada e tantas outras coisas. Mas sempre tentei ser um tanto quanto responsável com as escolhas que fiz, se utilizando de minha liberdade.
A liberdade de não atender um telefonema hoje será a mesma que não me permitirá ouvir à voz daquela pessoa numa outra situação.
Só preciso entender a liberdade.
Acostumar-me com o outro não é fácil, tem suas peculiaridades, tem sua beleza e sua feiúra.
A liberdade, liberdade....venha me ensinar algo...

Liberdade, liberdade...


Ando pensando no que vem a ser liberdade.
Usei por muitas vezes essa palavras, fiz uso dela muitas vezes, mas o que realmente é liberdade.
Sempre ouvi dizer que a minha liberdade acaba quando começa a do outro, Mas como medir????? Quem irá medir?
Isso tem me consumido.
Vou fazer isso porque minha liberdade me permite.
Não quero aquilo pois estou no direito de minha liberdade de querer ou não.
Quando faço escolhas, faço-os com minha liberdade. OTEMO.
O tempo passa e eu faço outras escolhas ignorando às que tinha feito antes e como num passe de mágica não me importo mais com as consequências das escolhas anteriores e só me preocupo com as do momento e daqui a algum tempo, quando eu me encher das consequências dessa nova escolha farei outras e outras sempre ignorando as antigas e me esquivando das responsabilidades.
Por vezes sinto-me antiguissima, por outras quadrada e tantas outras coisas. Mas sempre tentei ser um tanto quanto responsável com as escolhas que fiz, se utilizando de minha liberdade.
A liberdade de não atender um telefonema hoje será a mesma que não me permitirá ouvir à voz daquela pessoa numa outra situação.
Só preciso entender a liberdade.
Acostumar-me com o outro não é fácil, tem suas peculiaridades, tem sua beleza e sua feiúra.
A liberdade, liberdade....venha me ensinar algo...

16 de set de 2010

Quem sabe um dia...

Cria

Maria Rita

Composição: Serginho Meriti/Cesar Belieny

Crescendo foi ganhando espaço
Pulou do meu braço
Nasceu outro dia e já quer ir pro chão
Já fala mãe, já fala pai
Já não suja na cama
Não quer mais chupeta
Já come feijão
E posso até ver os meus traços nos primeiros passos
Tropeça e seguro e não deixo cair
Se cai, levanta, continua
A porta da rua fechada
Criança não deixo sair
Da linha, da linha

Reflexo no espelho leva à emoção
A lágrima ameaça do olho cair
Semente fecundou
Já começa a existir

É cria, criatura e criador
Cuida de quem me cuidou
Pega na minha mão e guia

11 de set de 2010

Eu tenho uma história


Estou aqui na net sem ter muito o que fazer, esperando o download do seriado da Bones e comecei a rever fotos minha do orkut.
Fiquei surpresa de ver que só tenho fotos, lá, a partir de 2008. Me recordo que meu orkut foi feito antes disso... comecei a ver as fotos, os albuns, e me dei conta de que já tenho uma história.
Uma história real, verdadeira.
Sempre sonhei em ter uma história com alguém.
Aquela coisa de contar um fato e aquela pessoa ter feito parte, de contar outro fato e novamente a pessoa estar lá, de deitar na cama e contar uma situação inusitada para meu amor e ouvir "eu sei disso eu estava lá também"...e hoje me dei conta que isso realmente tem acontecido em minha.
Sim, admito que não necessariamente como eu gostaria que fosse.
Essa história já derramou lágrimas de mim, tanto de dor como de amor. Já me fez sorrir, ter vontade de sumir. Me fez ter saudades e também agradecer por estar longe.
As vezes achava que por ter momentos ruins não poderia ser uma história, me enganei, pois as verdadeiras histórias tem tudo o que eu tenho vivido desde 2008.
E mais uma vez me emocionei. Por saber que tudo aquilo que eu quis eu conquistei, eu cativei eu cultivei.
Hoje tenho um amor não daqueles que filme de romance, surreal, mas tenho um amor real, um amor que as vezes quer ficar sozinho na certeza de que jamais estará só, um amor que pede para ouvir a voz não por dominação ou para ter certezas mas sim para sentir paz no coração.
Tenho aprendido a ser feliz, coisa que eu nunca soube o que era.
Deixo o passado cada vez mais distante toda vez que converso com a Amada e ela, até sem saber, me faz refletir sobre questões que eu nunca imaginaria existir dentro de mim.
Quando nossa família começar a crescer teremos histórias boas pra contar, pra lembrar, pra mostrar.
EU TENHO UMA HISTÓRIA.
Você quer ouvir?